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Mostrando postagens com o rótulo Afrobrasileiro

Educação antirracista: repensar o ensino e renovar as práticas pedagógicas são caminhos para eliminar o preconceito

Crédito da fotografia: Freepik Pesquisa e Projeto da UFF discutem o racismo e promovem a desconstrução do olhar sobre o tema O Brasil é um país composto, em sua maioria, por negros e pardos. Mesmo com a inclusão do estudo da história e da cultura afro-brasileira no currículo através da lei 10.639, de 2003, a educação formal ainda reproduz o racismo. Além disso, a cultura digital impulsiona o preconceito relacionado à população negra, tornando necessária a reflexão sobre o racismo no contexto atual. Com a finalidade de intervir nesta realidade, a Universidade Federal Fluminense (UFF) desenvolveu a pesquisa “QUEM NOS OLHA PELOS ESPELHOS? A educação das relações étnico-raciais e o regime de visualidades” e o projeto “Negro na ciência”. O objetivo das ações é transformar as práticas pedagógicas, tanto na formação de professores quanto na sala de aula. Leia mais. Fonte: Universidade Federal Fluminense

Racismo religioso: a UFF e o debate sobre a intolerância às religiões de matriz africana

Crédito da fotografia: Tiago Celestino / Unsplash Grande conflito da perseguição às religiões de matriz africana acontece em relação a grupos cristãos que não concordam com as práticas dessas tradições Vestir-se de branco no ano novo, pular sete ondas, deixar flores no mar: esses costumes típicos do Brasil foram incorporados a partir da cultura das religiões de matriz africana, trazidas pelo povo negro escravizado no Brasil. Apesar disso, frequentemente a associação entre esses comportamentos e as crenças afro-brasileiras são perdidas ou apagadas. Para além disso, os ataques às crenças de matriz africana em conflitos de natureza étnico-religiosa que envolvem outros credos são uma constante. Legislações como o Estatuto da Igualdade Racial (Lei 12.288/2010) , no entanto, buscam proteger as religiões afro-brasileiras, reivindicando, por exemplo, o direito à liberdade de crença e o livre exercício desses cultos religiosos. Leia mais. Fonte: Universidade Federal Fluminense

Em meio à violência social contra os negros, UFF reforça ações afirmativas e de valorização da cultura afro-brasileira

Crédito da fotografia: Unsplah Há cerca de uma semana, o espancamento que levou à morte de Moïse Mugenyi Kabagambe, imigrante congolês que se refugiou no Brasil em 2011, fez retornar à cena pública a discussão sobre a realidade de vida dos cidadãos negros no país. Mesmo constituindo a maioria em termos numéricos de indivíduos, representando cerca de 56% dos 212 milhões de habitantes do Brasil, essa população é também a mais vitimada: de acordo com o Atlas da Violência de 2021, os negros têm mais do que o dobro de chances de serem assassinados. Engajada nessa discussão e, para além disso, na transformação dessa realidade de abreviação da vida, ataque e subjugamento dos negros, a Universidade Federal Fluminense vem desenvolvendo ao longo dos anos políticas e práticas que façam frente a essa estrutura social de natureza racista. Dentre essas iniciativas, destaca-se a elaboração de editais de ações afirmativas também em cursos de pós-graduação, como é o caso do Programa de Pós-Graduação e...

Concurso público da UFF inova e reserva 20% das vagas para candidaturas negras

A Universidade Federal Fluminense lançou o  Edital nº 54/2020   de concurso público para 81 vagas de docentes em departamentos de ensino, oriundas de vacâncias por aposentadoria ou falecimento de membros do quadro docente nos últimos anos. A principal novidade será a implementação de uma política efetiva de inclusão racial e de pessoas com deficiência a partir de um formato inovador do edital. Os candidatos autodeclarados negros e, posteriormente, confirmados em comissão de heteroidentificação, que sejam aprovados no certame, terão prioridade para nomeação até o preenchimento de 16 vagas (20% do total). Da mesma forma, 5 vagas são prioritárias para pessoas com deficiência aprovadas no certame. Segundo o reitor da UFF, Antonio Claudio Lucas da Nóbrega, esse é um avanço extremamente significativo da aplicação das políticas de ação afirmativa, previstas na Lei 8.112/90; Lei 12.990/2014 e Decreto 9.508/2018. Isso evidencia um compromisso inquestionável da Universidade com a maior...

Cinedebate "Nosso Sagrado"

A Biblioteca Central do Gragoatá tem o prazer de convidá-los para um Cinedebate com o documentário “Nosso Sagrado”!!! Depois de anos de mobilização e luta, um riquíssimo acervo de peças sagradas de religiões de matrizes africanas, sob posse do Museu da Polícia Civil, foi enfim libertado e encontra-se no Museu da República, no Catete. A história dessas peças, de suas apreensões e desta luta são contadas no documentário, que será exibido on-line antes do debate! Quer saber mais sobre essa história!? Então venha assistir esse maravilhoso documentário e participar de um bate-papo com os Historiadores Jorge Santana e Nathália Fernandes!! Quando: 14/10 Horário: 18h30 Onde: meet.google.com/byx-dkwg-zdp SINOPSE: Produzido pela Quiprocó Filmes em parceria com a campanha Liberte Nosso Sagrado, o documentário investiga a perseguição e o racismo religioso contra o Candomblé e a Umbanda, que foram criminalizadas na Primeira República e na Era Vargas. Durante esse período mais de 200 objetos f...