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Mostrando postagens com o rótulo Violência

Cor padrão: Estudo da UFF analisa o racismo presente na atividade policial

Crédito da fotografia: Estefan Radovicz / Agência O Dia Trabalho foi desenvolvido por policial militar durante pós-graduação em Sociologia Ser negro no Brasil é motivo para ser enquadrado como suspeito. Isso porque, de acordo com diversas pesquisas, a abordagem policial está ligada ao racismo presente na sociedade. Um desses levantamentos, coordenado pelo Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CESEC) e intitulado “Negro trauma: racismo e abordagem policial na cidade do Rio de Janeiro”, aponta que 68% das pessoas abordadas andando a pé e 71% no transporte público são negras, ainda que pretos e pardos somem 48% da população do estado. Os dados revelam que os suspeitos escolhidos pela polícia possuem uma cor padrão, gerando um ciclo vicioso no sistema de justiça. Visando entender como ocorre o racismo na seleção do suspeito em atividade policial, o estudante de mestrado Leonardo Fernandes Hirakawa e a orientadora, professora Verônica Toste, do Departamento de Sociologia, desenvolvera...

Mesa temática - mês da mulher

8 de março - Dia Internacional das Mulheres, dia de celebrar as conquistas e relembrar que a luta por mais direitos é permanente!!! A BCG preparou uma mesa temática em homenagem ao mês da mulher, aproveitando para homenagear também as mulheres bibliotecárias, venham conferir!! Já conhecem a CPEG - Comissão Permanente de Equidade de Gênero da UFF!? A CODIM  - Coordenadoria de Políticas e Direitos das Mulheres de Niterói!? O Movimento de Mulheres em São Gonçalo!? E o Instituto Maria da Penha !? Violência contra a mulher é crime, denuncie, disque 180!!!

Em meio à violência social contra os negros, UFF reforça ações afirmativas e de valorização da cultura afro-brasileira

Crédito da fotografia: Unsplah Há cerca de uma semana, o espancamento que levou à morte de Moïse Mugenyi Kabagambe, imigrante congolês que se refugiou no Brasil em 2011, fez retornar à cena pública a discussão sobre a realidade de vida dos cidadãos negros no país. Mesmo constituindo a maioria em termos numéricos de indivíduos, representando cerca de 56% dos 212 milhões de habitantes do Brasil, essa população é também a mais vitimada: de acordo com o Atlas da Violência de 2021, os negros têm mais do que o dobro de chances de serem assassinados. Engajada nessa discussão e, para além disso, na transformação dessa realidade de abreviação da vida, ataque e subjugamento dos negros, a Universidade Federal Fluminense vem desenvolvendo ao longo dos anos políticas e práticas que façam frente a essa estrutura social de natureza racista. Dentre essas iniciativas, destaca-se a elaboração de editais de ações afirmativas também em cursos de pós-graduação, como é o caso do Programa de Pós-Graduação e...

Grupo de Pesquisa da UFF se destaca em ações de defesa dos direitos humanos da população LGBTQIA+

Crédito da fotografia: Pixabay O  Atlas da Violência de 2021 , produzido pelo  Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) , levantou dados que apontam que a violência contra pessoas LGBTQIA+ no Brasil é um fenômeno histórico. Na dimensão do corpo, essa violência pode operar em forma de abandono, estupro, espancamento e assassinato. Na dimensão simbólica, atua através dos estereótipos e estigmas que marcam a população LGBTQIA+ como agentes desviantes da sociedade. O Atlas ressalta que essas violências buscam apagar e silenciar expressões de sexualidade e gênero dissonantes do modelo normativo historicamente imposto na cultura brasileira e que um dos desafios centrais para o avanço da agenda de promoção de direitos LGBTQIA+ é a escassez de dados. A falta de informações e intervenções estatais pela promoção de direitos da população LGBTQIA+ tende a aprofundar as vulnerabilidades sociais que a acometem. Leia mais. Fonte: Universidade Federal Fluminense

Os muçulmanos vistos para além dos véus: núcleo de estudos sobre Oriente Médio da UFF propõe quebra de estereótipos para enxergar cultura afegã

Crédito da fotografia: Eduardo Kobra Desde que se anunciou publicamente a retirada das tropas americanas do Afeganistão, em agosto desse ano, multiplicaram-se notícias, em diversos espectros das mídias, sobre o retorno ao poder do grupo fundamentalista islâmico Talibã e, com ele, muitos dos retrocessos moralistas e ideológicos com base religiosa associados às suas práticas. O debate envolvendo os direitos das mulheres, por exemplo, comoveu um imensurável público feminino por todo o mundo e segue ecoando dia após dia. Muito pouco se fala, no entanto, sobre as origens das violências perpetradas por esses grupos religiosos, já que elas possuem uma história e foram produzidas por uma conjuntura de forças, muitas das quais mantêm-se omissa e estrategicamente em silêncio. Muito pouco se fala, tampouco, dos usos políticos e econômicos que se faz da propagação de certos discursos que propõem um “salvamento” dessas mulheres muçulmanas, colaborando para a criação e reprodução de imagens estereot...

Grupo de Estudos de Novos Ilegalismos da UFF discute a evolução da letalidade policial desde o início da pandemia

As notícias sobre violência policial nas grandes cidades do Brasil são cotidianas. No estado do Rio de Janeiro, em especial, se tornou comum para a população ouvir sistematicamente sobre operações policiais em favelas da região metropolitana, que culminam na morte de pessoas inocentes. Contudo, diante do novo coronavírus, esse quadro estrutural vem sofrendo algumas alterações. Em junho de 2020, foi publicado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) o   Tratado da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 635 . A ADPF 635 foi uma ação inicialmente movida pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB) que posteriormente agregou diversos movimentos sociais, ONGs e órgãos do estado, como a defensoria pública. Essa decisão determinou a suspensão de operações policiais em comunidades do Rio de Janeiro durante a pandemia de COVID-19. Com foco nesse grave problema social, em março deste ano, o Grupo de Estudos de Novos Ilegalismos da Universidade Federal Fluminense (GENI-UFF) publicou...

Consciência Negra: pesquisadoras da UFF trazem reflexões sobre a desigualdade racial no país

“A carne mais barata do mercado é a carne negra”. Essa frase cantada por Elza Soares na música “A carne” é, na verdade, uma metáfora para a real situação das relações raciais estabelecidas em nossa sociedade. No Brasil, a população negra é a que mais é presa e a mais assassinada. O informativo de Desigualdades Sociais por Cor ou Raça do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta que em 2017 a chance de uma pessoa preta sofrer homicídio era 2,7 vezes maior do que uma pessoa branca. No sistema penal, a maioria das pessoas encarceradas tem cor definida. De acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2020 do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), dos 657,8 mil presos em que há a informação da cor/raça disponível, 438,7 mil são negros (66,7%). Existe um profundo e sistemático silenciamento sobre a história do povo negro a partir da perspectiva das relações raciais, como aponta a docente do Instituto de História da UFF, Ynaê dos Santos: “foi fabricada um...

Pantanal em chamas: professores da UFF explicam os incêndios recentes e seus efeitos

Desde meados de 2020, o rico bioma do Pantanal vem agonizando com incêndios de proporções históricas. O número mensal de focos de incêndio é o mais alto desde 1998, quando o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais   (INPE)   deu início a esses registros. Os dados da instituição mostram que em setembro deste ano foram registrados 6.048 pontos de queimadas na região. O recorde mensal anterior era de agosto de 2005, quando ocorreram 5.993 focos de queimada. Em setembro de 2019, foram detectados 2.887 focos em 30 dias; porém, neste ano o mesmo mês já apresenta uma alta de 109%. O docente do Programa de Pós-Graduação em Geografia da UFF e especialista em Ecologia, Renato Vallejo, acredita que o Pantanal está sofrendo com essa situação muito além do que se observou em momentos anteriores. “O período que vai de maio a setembro tem sido o mais crítico ao longo de várias décadas, principalmente nos meses de agosto e setembro. Áreas do cerrado e nos limites da Floresta Amazônica - com...

Professores da UFF analisam o fenômeno sistêmico da desigualdade social no Brasil

O princípio da igualdade, garantido pela constituição brasileira, prevê a todos os cidadãos o direito ao tratamento isonômico perante a legislação, vedando diferenciações arbitrárias. Raça, gênero, credo religioso, orientação política, nenhum desses parâmetros deveria distinguir os indivíduos. Entretanto, na medida em que as relações construídas em sociedade definem que tipo de pessoa terá acesso a determinados direitos, os contrastes sociais se estabelecem. Como pesquisadores da temática, os docentes da Faculdade de Economia Fernando Mattos e Fábio Waltenberg afirmam que muitas são as desigualdades que atingem o Brasil e todas elas estão interligadas. “Esse é um dos problemas públicos brasileiros mais sérios, exercendo efeitos danosos sobre o tecido social do país em diversas dimensões. As mais alarmantes são as que afetam mais dramática e explicitamente o cotidiano, a qualidade de vida material e psíquica das pessoas. A disparidade no acesso à saúde e à educação são realmente preocup...

Pesquisadores da UFF investigam responsabilidade do Estado pelo alto índice de homicídios no país

De acordo com a ONG de Direitos Humanos   Instituto Igarapé , a América Latina, que concentra 8% da população mundial, responde por quase 40% de todos os homicídios do mundo, o que equivaleria em média a quase 144 mil mortes por ano. Desse total, o Brasil é responsável por 65 mil casos, ou seja, cerca de 45% de todo o continente, constituindo-se como a nação com o maior volume de homicídios nessa região. Isso equivale a dizer que nosso país, que concentra 3,6% da população global, responde por 18% dos homicídios do planeta. Os dados são alarmantes, mas não são exatamente novos. Quem mora no Brasil, convive diariamente com notícias que informam de modo sistemático sobre os elevados índices de violência nos mais diferentes estados, sobretudo em grandes cidades. Diante de todo esse quadro estrutural de violência, que faz parecer “natural” um processo com raízes históricas profundas, muitas questões têm sido levantadas ao longo dos anos por pesquisadores de diversas áreas do conhecimen...

Taxa de contaminação por COVID-19 em aldeias indígenas é alarmante, denunciam pesquisadores da UFF

O Cacique Domingos Venite, da Aldeia indígena Sapukai, a maior do estado do Rio de Janeiro, faleceu no final de julho de 2020 em consequência de COVID-19. A triste notícia acabou por reforçar a situação, previamente denunciada por uma equipe de pesquisadores da Universidade Federal Fluminense (UFF), de grande vulnerabilidade dessa população tradicional frente à pandemia. Desde março, os professores do Departamento de Geografia e Políticas Públicas, do Instituto de Educação de Angra dos Reis, Anderson Mululo Sato, Monika Richter e Michael Chetry, em conjunto com o professor do Departamento de Educação, Domingos Barros Nobre, vêm monitorando e cartografando a evolução da pandemia nos municípios de Costa Verde, elaborando índices de exposição à COVID-19 e analisando a difusão espacial do vírus, com atenção particular para as populações mais vulneráveis que vivem na região; entre elas, os indígenas. De acordo com o último relatório elaborado pela equipe, a Aldeia Sapukai, em Angra dos Reis...

Por que as bibliotecas devem se envolver na temática LGBTQIA+? – Parte 1

Há duas razões para isso: a primeira delas, a defesa do direito à vida, que abrange tanto o direito de não ser morto, como também o direito de ter uma vida digna Cristian Brayner Por onde a pandemia passou, ela deixou um rastro de dor. No Brasil, em razão da flagrante negligência protagonizada pelo Estado – indiferença desavergonhada, sem máscara, nem nada! –, os sulcos são mais profundos. Apesar desse quadro sofrível, tenho me esforçado para cultivar uma leitura menos amargurada dos acontecimentos. Fui notando, no curso das semanas, que além das lágrimas, a Covid fez brotar um fio teimoso de solidariedade, uma espécie de desejo coletivo, quase sempre genuíno, de ajudar, de estar presente na vida do outro. Isso resultou num sem número de  lives  de gente comum e notável compartilhando habilidades, da culinária a veterinária. Eu mesmo não me fiz de rogado: aprendi noções de sânscrito e me esbaldei com Caetano. As  lives  bombaram mesmo entre bibliotecários,...

É possível reprojetar o futuro?

Comecemos ontem, porque o hoje, ao que parece, não existe mais Vagner Amaro “Pensem que isto aconteceu: eu lhes mando estas palavras. Gravem-na em seus corações, estando em casa, andando na rua, ao deitar, ao levantar; repitam-nas a seus filhos. Ou, senão, desmorone-se a sua casa, a doença os torne inválidos, os seus filhos virem o rosto para não vê-los.” (“É isto um homem?”, Primo Levi, Editora Rocco, 2013). No final da década de 1980 eu era um uniformizado e orgulhoso estudante do Instituto de Educação, isso por volta dos meus onze anos de idade.  Já gostava muito de ler e de escrever.  Certa vez, tive que ir até a secretaria para resolver algo prosaico em relação a caderneta escolar e no caminho encontrei um dos inspetores do Instituto.  Quanto mais eu explicava a ele que estava indo resolver algo na secretaria, mais ele me acusava de estar fazendo algo errado. Para o inspetor não bastava a minha explicação ou meu relato de que tinha sido liberado pela pro...

O mito da democracia racial segue a todo vapor

O Brasil continua e seguimos até a próxima atrocidade ou chacina Rodolfo Targino (Che) “É morador, é morador”, foi o que apenas gritaram os jovens, Wilton, Wesley, Cleiton, Carlos Eduardo e Roberto enquanto os policiais dispararam 111 tiros no carro que estavam, em Costa Barros, RJ, no dia 28 de novembro de 2015. “Moço, socorre meu esposo”. “Eles ficaram de deboche”, disse Luciana Nogueira ao sair correndo enquanto o carro do seu marido, Evaldo Rosa, estava sendo fuzilado com mais de 80 tiros durante operação do Exército, em Guadalupe, Zona Norte do Rio, no dia 07 de abril de 2019. “Tô aqui, pelo amor de Deus”, disse João Pedro minutos antes de ser atingido por um tiro de fuzil, dentro de casa, no Salgueiro, em São Gonçalo, RJ, no dia 18 de maio de 2020. A casa em que o jovem estava foi alvejada com 72 tiros. Leia mais. Fonte: Biblioo

Não se cale, denuncie!

Saiba mais.

UFF Mulher e Avon promovem workshop: violência contra mulher

Leia mais. Fonte: Universidade Federal Fluminense

Eduff lança livro sobre violência contra jovens

Patrick Rosa (Estagiário de Jornalismo) A Editora da UFF (Eduff) promove, no dia 1º de dezembro, às 18h, na Livraria Icaraí, o lançamento da Coletânea Jovem, Adolescente e Criança em Contextos de Proteção e de Risco no Brasil, organizado por Sandra Cabral Baron e Kátia Tarouquella Brasil. A entrada é franca. O livro aborda temas como o trabalho doméstico realizado por crianças e adolescentes, a operacionalização das medidas socioeducativas e políticas públicas para jovens infratores, a inserção de crianças e adolescentes nas práticas de exploração sexual comercial e os desafios do processo de tornar-se adulto, dentre outros. O evento contará com a apresentação de Solange Pereira e o Quarteto Kriart, formado por jovens músicos da Orquestra de Cordas da Grota. A Livraria Icaraí fica na Reitoria, Rua Miguel de Frias, 9, Icaraí, Niterói. Outras informações na página www.editora.uff.br ou pelo telefone 2629-5289. Fonte: UFF Notícias - Superintendên...

Violência na América Latina é tema de evento promovido pelo Iacs

Nos dias 30 e 31 de julho, o Instituto de Arte e Comunicação Social (Iacs/UFF) e a Casa da América Latina promovem o evento Cartografias políticas da América Latina. Coordenado pelo professor André Queiroz (Iacs), o objetivo é promover os cruzamentos entre passado e presente no que diz respeito aos modos constitutivos da violência na América Latina. O encontro será realizado sempre a partir das 15h, no Centro Cultural Justiça Federal, na Avenida Rio Branco, 241, Centro, Rio de Janeiro. A capacidade do local é de 60 pessoas por dia. Haverá certificado para os participantes que comparecerem aos dois dias do evento. Cartografias políticas da América Latina tem o apoio institucional da Universidade Federal Fluminense (UFF), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), da Universidade Federal do Pará (UFPA) e do Instituto de Estudos Superiores da Amazônia (IESAM). Outras informações no site http://www.andrequeiroz.com/ ...

Huap tem programa para atender mulheres vítimas de violência

Margareth Rossi Há 12 anos, mulheres dos municípios de Niterói, Itaboraí, Maricá, Rio Bonito, São Gonçalo, Silva Jardim, Tanguá, região da Metropolitana II, contam com o SOS Mulher. O programa tem como objetivo acolher vítimas de violência sexual ou doméstica e oferecer atendimento emergencial e assistência integral às demandas decorrentes desses abusos. Dados do Ministério da Saúde de 2012 informam que 12 milhões de pessoas sofrem violência sexual a cada ano no mundo, e pesquisas e relatórios apontam que uma em cada quatro mulheres é vitima de violência de gênero. No Brasil, 23% destas mulheres estão sujeitas à violência doméstica, onde 70% dos crimes ocorrem dentro de casa. O SOS Mulher é coordenado pela assistente social Leila Maria Campos Guidoreni e formado por uma equipe de nove profissionais das áreas de serviço social, enfermagem, farmácia, medicina (ginecologia e infectologia) e psicologia, e duas estagiárias do curso de Serviço Social. O programa atende mulheres ...

Abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes é tema de oficina na Faculdade de Educação

Renata Cunha O abuso e a exploração sexual afetam crianças e adolescentes em todo o país. Por vezes silencioso, o problema inclusive pode acontecer dentro das casas das vítimas. Para contribuir com a luta contra a violação de direitos, no dia 18 de novembro a Faculdade de Educação da Universidade Federal Fluminense promove o workshop “Abuso e exploração de crianças e adolescentes: o uso de uma tecnologia social na formação profissional e na promoção de uma cultura de direitos humanos”. A UFF é parceira da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) na execução do evento, com recursos da Faperj. O workshop ocorre das 9h às 17h, no Auditório Paulo Freire, sala 318 do Bloco D, Campus do Gragoatá, São Domingos, Niterói. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo e-mail eventoguiaescolar@gmail.com . Tendo como público-alvo graduandos, pós-graduandos, professores e profissionais das red...