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Mostrando postagens com o rótulo Antirracismo

CineAfro BCG

CineAfro BCG na Agenda Acadêmica!! Com o intuito de discutir a temática negra e antirracista, a Biblioteca Central do Gragoatá em parceria com o AfroCine Ípádè, coordenado pela Professora Rita Montezuma e Mirian Generoso, realizam sessões audiovisuais seguidas de debates que abordam temas relevantes de combate ao racismo!!! Nesta sessão, será exibido o documentário Ôrí (1989) da diretora Raquel Gerber, que documenta os movimentos negros brasileiros entre 1977 e 1988, passando pela relação entre Brasil e África, e apresentando como fio condutor a história pessoal de Beatriz Nascimento, historiadora e militante negra, falecida prematuramente no Rio de Janeiro, em 1995. Faça a sua inscrição em: agendaacademica.uff.br/atividades/?id=10420

Conversa com a autora e CineAfro BCG

A série de bate-papos “Encontro com o autor”, idealizada e realizada em 2023, teve como objetivo promover a discussão sobre assuntos variados ligados ao universo da literatura através de bate-papos com autores convidados. Os diálogos abordaram as temática das obras, assim como seus impactos na sociedade, dentre outros assuntos. Em 2024, realizaremos a segunda edição apenas com autoras, e a nossa primeira convidada é a professora Flavia Rios que nos apresentará o seu livro 'Lélia Gonzalez'!! E com o intuito de discutir a temática negra e antirracista, a BCG lançará em parceria com o AfroCine Ípádè, coordenado pela Professora Rita Montezuma e Mirian Generoso, o "CineAfro BCG", que realizará sessões audiovisuais seguidas de debates que abordarão temas relevantes de combate ao racismo, e a nossa primeira convidada para o bate-papo sobre o documentário 'Em busca de Lélia', aproveitando a sua presença e disponibilidade, é a professora Flavia Rios!! Anota aí, dia 26/...

Educação antirracista: repensar o ensino e renovar as práticas pedagógicas são caminhos para eliminar o preconceito

Crédito da fotografia: Freepik Pesquisa e Projeto da UFF discutem o racismo e promovem a desconstrução do olhar sobre o tema O Brasil é um país composto, em sua maioria, por negros e pardos. Mesmo com a inclusão do estudo da história e da cultura afro-brasileira no currículo através da lei 10.639, de 2003, a educação formal ainda reproduz o racismo. Além disso, a cultura digital impulsiona o preconceito relacionado à população negra, tornando necessária a reflexão sobre o racismo no contexto atual. Com a finalidade de intervir nesta realidade, a Universidade Federal Fluminense (UFF) desenvolveu a pesquisa “QUEM NOS OLHA PELOS ESPELHOS? A educação das relações étnico-raciais e o regime de visualidades” e o projeto “Negro na ciência”. O objetivo das ações é transformar as práticas pedagógicas, tanto na formação de professores quanto na sala de aula. Leia mais. Fonte: Universidade Federal Fluminense

Atelerió exalta a cultura de resistência negra em sua 2ª edição

Crédito da fotografia: Divulgação UFF Evento terá atividades culturais com foco na luta antirracista e na ancestralidade A 2º edição do projeto "Atelerió!", que acontece este ano sob a temática "Aquilombamento, cuidado e cura", vem exaltar a ancestralidade que pavimenta caminhos em direção à construção de uma sociedade efetivamente antirracista. O evento é fruto de uma parceria entre a Universidade Federal Fluminense (UFF) e a Prefeitura de Niterói, e será realizado entre os dias 06 e 12 de novembro. Por meio de uma rica e variada programação , que inclui shows, rodas de conversas, peças de teatro, e outras atividades culturais, o evento trará à reflexão acerca da tecnologia ancestral de ‘aquilombamento’ como caminho para o autocuidado. A iniciativa reafirma o compromisso da universidade na promoção de ações que fortaleçam a luta contra todas as formas de racismo. Leia mais. Fonte: Universidade Federal Fluminense

Mesa temática - Consciência Negra

Vinte de novembro é o Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra no Brasil, instituído pela lei nº 12.519 de 10 de novembro de 2011. Nesta data, em 1965, foi morto o líder negro Zumbi dos Palmares. “O Dia da Consciência Negra é um convite e um chamamento para a reflexão do passado, do presente e a construção de ações afirmativas para o futuro como prospecção e construção de um povo civilizado.” Fonte: Portal Geledés Selecionamos algumas obras sobre este tema e fizemos uma mesa temática com preciosidades do nosso acervo, que está localizada no 1° piso da BCG. Todos estes títulos possuem outros exemplares que podem ser retirados para empréstimo, venham conferir!!!

Programa da UFF promove formação e debate social sobre educação e raça

O Brasil é um país construído a partir de trezentos anos de escravidão e violência contra povos racializados. Ainda assim, por muito tempo as relações e culturas dos povos negros e indígenas foram excluídas das narrativas históricas que foram contadas. Por isso, pensar maneiras concretas de promover uma mentalidade de equidade racial é parte central na luta contra a discriminação e a desigualdade. Nesse contexto, a escola tem o importante papel de desenvolver e disseminar uma educação antirracista que contribua para que justiça e história caminhem juntas. Em 2003, a lei 10.639 tornou obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira nas salas de aula. Hoje, esse é um dos mecanismos sociais mais significativos para reparar esse cenário e mudar a forma de educar. Na Universidade Federal Fluminense, a educação racial é tema de discussão desde 1995. Em seus 26 anos de atuação, o Programa de Educação sobre Negros e Indígenas na Sociedade Brasileira (PENESBI-UFF), vinculado à Faculd...

Bitita é doutora

UFRJ concede título de Doutora Honoris Causa à escritora Carolina Maria de Jesus Por Sidney Coutinho A catadora de papel negra que vivia na favela agora é doutora Honoris Causa. Embora seja uma homenagem póstuma, a UFRJ reconheceu, com a concessão do título pelo Conselho Universitário (Consuni) nesta quinta-feira, 25/2, a luta e coragem de uma mulher estoica: Carolina Maria de Jesus. A aprovação da outorga da distinção foi unânime e por aclamação e foi transmitida pela webTV UFRJ . A jornada da escritora improvável começou após os 30 anos, quando se mudou de Minas Gerais para São Paulo após a morte da mãe. Filha de João Cândido e Dona Cota, ambos analfabetos, Carolina nasceu em 14 de março de 1914, em Sacramento, cidade próxima de Araxá e da região do Triângulo Mineiro. Aos 7 anos ingressou no Colégio Allan Kardec, de orientação espírita, onde ficou até o 2º ano do ensino fundamental. Lá, ela abandonou o apelido de criança, Bitita, e aprendeu em pouco tempo a escrever e ler. Com o temp...

Consciência Negra: pesquisadoras da UFF trazem reflexões sobre a desigualdade racial no país

“A carne mais barata do mercado é a carne negra”. Essa frase cantada por Elza Soares na música “A carne” é, na verdade, uma metáfora para a real situação das relações raciais estabelecidas em nossa sociedade. No Brasil, a população negra é a que mais é presa e a mais assassinada. O informativo de Desigualdades Sociais por Cor ou Raça do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta que em 2017 a chance de uma pessoa preta sofrer homicídio era 2,7 vezes maior do que uma pessoa branca. No sistema penal, a maioria das pessoas encarceradas tem cor definida. De acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2020 do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), dos 657,8 mil presos em que há a informação da cor/raça disponível, 438,7 mil são negros (66,7%). Existe um profundo e sistemático silenciamento sobre a história do povo negro a partir da perspectiva das relações raciais, como aponta a docente do Instituto de História da UFF, Ynaê dos Santos: “foi fabricada um...

I Semana Acadêmica Preta da UFF

Mais informações na página do ENUFF .

É possível reprojetar o futuro?

Comecemos ontem, porque o hoje, ao que parece, não existe mais Vagner Amaro “Pensem que isto aconteceu: eu lhes mando estas palavras. Gravem-na em seus corações, estando em casa, andando na rua, ao deitar, ao levantar; repitam-nas a seus filhos. Ou, senão, desmorone-se a sua casa, a doença os torne inválidos, os seus filhos virem o rosto para não vê-los.” (“É isto um homem?”, Primo Levi, Editora Rocco, 2013). No final da década de 1980 eu era um uniformizado e orgulhoso estudante do Instituto de Educação, isso por volta dos meus onze anos de idade.  Já gostava muito de ler e de escrever.  Certa vez, tive que ir até a secretaria para resolver algo prosaico em relação a caderneta escolar e no caminho encontrei um dos inspetores do Instituto.  Quanto mais eu explicava a ele que estava indo resolver algo na secretaria, mais ele me acusava de estar fazendo algo errado. Para o inspetor não bastava a minha explicação ou meu relato de que tinha sido liberado pela pro...

O mito da democracia racial segue a todo vapor

O Brasil continua e seguimos até a próxima atrocidade ou chacina Rodolfo Targino (Che) “É morador, é morador”, foi o que apenas gritaram os jovens, Wilton, Wesley, Cleiton, Carlos Eduardo e Roberto enquanto os policiais dispararam 111 tiros no carro que estavam, em Costa Barros, RJ, no dia 28 de novembro de 2015. “Moço, socorre meu esposo”. “Eles ficaram de deboche”, disse Luciana Nogueira ao sair correndo enquanto o carro do seu marido, Evaldo Rosa, estava sendo fuzilado com mais de 80 tiros durante operação do Exército, em Guadalupe, Zona Norte do Rio, no dia 07 de abril de 2019. “Tô aqui, pelo amor de Deus”, disse João Pedro minutos antes de ser atingido por um tiro de fuzil, dentro de casa, no Salgueiro, em São Gonçalo, RJ, no dia 18 de maio de 2020. A casa em que o jovem estava foi alvejada com 72 tiros. Leia mais. Fonte: Biblioo

Precisamos falar de Racismo em meio a uma Pandemia

A brutal morte de um homem preto por um policial branco e as consequências na dinâmica social do Ocidente no século XXI Edilmar Alcantara O ano é 2020 e o século é o XXI, mas, infelizmente, precisamos falar sobre assuntos que permeiam a dinâmica social, desde tempos idos. É surreal que precisemos falar sobre racismo em um tempo que empresas particulares estão mandando pessoas para fora da órbita da Terra, numa tentativa de iniciar a exploração de turismo espacial. Como podemos ser tão pré-históricos e querer conquistar o espaço ao mesmo tempo?! Como não é segredo para ninguém, vivemos uma devastadora pandemia, causada por um vírus que possui alta taxa de contágio e uma letalidade considerável. Embora possamos nos vangloriar de que os números de pessoas curadas da Covid-19 sejam altos, não podemos esmorecer e abrir a guarda, bem como esquecer de que esta doença vai mudar e muito nossas relações sociais, assim que pudermos voltar as nossas atividades anteriores, que doravante se...