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Mostrando postagens com o rótulo Gênero

Mulheres na Ciência: Plataforma combate desigualdade de gênero na Ciência e Tecnologia

ELLAS utiliza dados abertos e integrados para análises comparativas áreas que incluem Engenharia e Matemática No dia 11 de fevereiro, celebra-se o Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, data definida pela Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), visando conscientizar a sociedade sobre a importância da igualdade de gênero na ciência. Nesse sentido, com o objetivo de enfrentar a disparidade de gênero nas áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática (STEM), a professora Luciana Salgado, do Departamento de Ciência da Computação da Universidade Federal Fluminense (UFF), e uma rede de profissionais da América Latina, está desenvolvendo a plataforma ELLAS , que integra dados primários e secundários sobre a carreira de mulheres nas STEM na América Latina. Leia mais. Fonte: Universidade Federal Fluminense

Pesquisadoras da UFF discutem a participação feminina na política do Brasil

Crédito da fotografia: Unsplash Mais de 52% do eleitorado é feminino; porém, menos de 20% foram eleitas para a Câmara dos Deputados e apenas três chegaram entre as 27 cadeiras do Senado Federal em 2022. No ano de 1932 as mulheres conquistaram a garantia de que elas poderiam votar e ser votadas. Atualmente, dados estatísticos da Justiça Eleitoral apontam que mais de 52% do eleitorado brasileiro é feminino, tornando as mulheres maioria entre os mais de 156 milhões de eleitores. No entanto, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), elas são minoria em relação à candidatura para cargos políticos. Nas eleições de 2022, a representação feminina soma 20% de eleitas para a Câmara dos Deputados. Das 27 cadeiras do Senado Federal, apenas três foram ocupadas por mulheres. Para os governos estaduais, 32 se candidataram em comparação com 170 homens. Em nove das 27 unidades da federação, não houve nenhuma candidata feminina ao cargo: Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Rondôni...

Economia e gênero: Pesquisa da UFF debate desigualdade no mercado de trabalho e afazeres domésticos

Desigualdade salarial entre homens e mulheres. Crédito da fotografia: iStock Na data de hoje é mundialmente comemorado o Dia Internacional da Mulher, ocasião em que elas são parabenizadas e presenteadas com flores e chocolates. Entretanto, a data marca muito mais do que uma simples homenagem às mulheres; ela reafirma a importância do estabelecimento de uma equidade de gênero em todos os âmbitos da vida, uma luta constante que muitas vezes é invisibilizada. Uma ação que caminha nesse sentido é a apresentação do Projeto de Lei (PL) do atual governo, que garante igualdade salarial de gênero. A medida, se aprovada, terá grande impacto na vida das brasileiras, visto que mulheres ganharam cerca de 20% a menos que os homens em 2021, ainda que ocupassem o mesmo cargo e grau de escolaridade, segundo dados mais recentes do IBGE. Leia mais. Fonte: Universidade Federal Fluminense

Grupo de Pesquisa da UFF se destaca em ações de defesa dos direitos humanos da população LGBTQIA+

Crédito da fotografia: Pixabay O  Atlas da Violência de 2021 , produzido pelo  Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) , levantou dados que apontam que a violência contra pessoas LGBTQIA+ no Brasil é um fenômeno histórico. Na dimensão do corpo, essa violência pode operar em forma de abandono, estupro, espancamento e assassinato. Na dimensão simbólica, atua através dos estereótipos e estigmas que marcam a população LGBTQIA+ como agentes desviantes da sociedade. O Atlas ressalta que essas violências buscam apagar e silenciar expressões de sexualidade e gênero dissonantes do modelo normativo historicamente imposto na cultura brasileira e que um dos desafios centrais para o avanço da agenda de promoção de direitos LGBTQIA+ é a escassez de dados. A falta de informações e intervenções estatais pela promoção de direitos da população LGBTQIA+ tende a aprofundar as vulnerabilidades sociais que a acometem. Leia mais. Fonte: Universidade Federal Fluminense

Professoras da UFF lançam livro sobre as mulheres na ciência

Em novembro de 2021, foi publicado o livro " Mulheres e Ciência: trajetória de cientistas ",  sob a organização das professoras Cecília de Souza Fernandez, do Instituto de Matemática e Estatística, e Ismênia de Lima Martins, professora emérita do Departamento de História da UFF. O objetivo da obra é apresentar a trajetória de diversas mulheres cientistas e discutir as desigualdades de gênero da nossa sociedade, que ainda impõem sobrecargas extras às mulheres que se dedicam ao fazer científico. Segundo a professora Ismênia, que afirma sempre ter trabalhado com a história das mulheres, a obra conta com um artigo de sua autoria sobre a trajetória e a profissionalização da doutora Alzira Reis, uma das primeiras médicas brasileiras, além de dez depoimentos de cientistas e um artigo final da professora da Faculdade de Economia da UFF, Hildete Pereira de Melo. “Muito além das trajetórias, o livro aborda a assimetria de poderes entre homens e mulheres no caminho da profissionalização...

Projeto da UFF incentiva o debate social sobre violência doméstica

O afastamento social que a população vem vivenciando em função da pandemia de COVID-19, além de modificar profundamente as rotinas familiares, tornou bem mais intensa a convivência diária entre seus membros. Para muitas pessoas, essa tem sido uma oportunidade de estreitar laços afetivos; porém, para as mulheres que vivem relações abusivas, a ocasião está sendo marcada pelo agravamento da violência doméstica, já que estão enfrentando um longo período de isolamento com os agressores dentro de suas próprias casas. Segundo dados da  Cartilha de Violência Doméstica e Familiar na COVID-19  publicada pela Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ), no Brasil, estima-se que as denúncias registradas tenham aumentado em até 50% desde que a quarentena começou, em março. Essa forma de violação dos direitos humanos, que atinge a vida, a saúde e a integridade física e psicológica das mulheres, entretanto, não tem origem na conjuntura atual. É uma questão estruturante de desigualdade de gênero que h...

Por que as bibliotecas devem se envolver na temática LGBTQIA+? – Parte 1

Há duas razões para isso: a primeira delas, a defesa do direito à vida, que abrange tanto o direito de não ser morto, como também o direito de ter uma vida digna Cristian Brayner Por onde a pandemia passou, ela deixou um rastro de dor. No Brasil, em razão da flagrante negligência protagonizada pelo Estado – indiferença desavergonhada, sem máscara, nem nada! –, os sulcos são mais profundos. Apesar desse quadro sofrível, tenho me esforçado para cultivar uma leitura menos amargurada dos acontecimentos. Fui notando, no curso das semanas, que além das lágrimas, a Covid fez brotar um fio teimoso de solidariedade, uma espécie de desejo coletivo, quase sempre genuíno, de ajudar, de estar presente na vida do outro. Isso resultou num sem número de  lives  de gente comum e notável compartilhando habilidades, da culinária a veterinária. Eu mesmo não me fiz de rogado: aprendi noções de sânscrito e me esbaldei com Caetano. As  lives  bombaram mesmo entre bibliotecários,...

Os “muros de pedras” erguidos contra o preconceito e a discriminação

O movimentos de resistência LGBTQ+ pré-Stonewall e o GT Bibliotecas para a Diversidade e Enfoque de Gênero da FEBAB Carlos Wellington Martins 1969 foi um ano emblemático e traz consigo, na atualidade, a chamada de atenção para alguns fatos históricos, ocorridos no Brasil e no mundo, pelo fato de carregar a simbologia existente na comemoração, ou reflexão, de acontecimentos ocorridos há meio século. Nesse ano a guerra espacial entre Rússia e Estados Unidos se acentua resultando na primeira incursão física terrestre na lua, Yasser Arafat torna-se presidente da OLP, Meir assume como primeira-ministra de Israel tornando-se a primeira mulher a ocupar esse cargo, ocorre o primeiro implante de coração artificial do mundo, John Lennon casa-se com Yoko Ono. Também neste ano o Festival de Woodstock celebra o movimento hippie, Pelé marca o seu milésimo gol da carreira, o embaixador dos EUA Charles Elbrick é sequestrado no Brasil pelo grupo Dissidência Comunista de Guanabara, Carlos M...